10 motivos para beber leite e derivados todos os dias

O que não falta são motivos para beber leite todos os dias. Além de fundamental para o processo de crescimento, o leite é o alimento com a maior concentração de cálcio (mineral essencial para a formação dos ossos), e um dos mais ricos em proteínas. É por isso que o Ministério da Saúde, a OMS (Organização Mundial da Saúde) e tantas outras organizações internacionais recomendam três porções diárias de leite ou de lácteos como iogurte, queijo ou bebidas à base de leite.

1 – Leite e derivados são essenciais para a dieta humana

O leite tem, entre seus componentes, nove nutrientes essenciais, entre eles: cálcio, vitamina A, vitamina D, proteínas e potássio. Estudos demonstram que os produtos lácteos, quando consumidos como parte da dieta saudável, incrementam a qualidade alimentar e nutricional e ajudam a diminuir o risco de osteoporose, hipertensão, obesidade, câncer de cólon e síndrome metabólica.

2 – Leite e derivados ajudam a construir ossos fortes

Os produtos lácteos fornecem um mix único de nutrientes, incluindo cálcio, vitamina D, fósforo e proteínas, os quais contribuem para maximizar a densidade óssea e retardam a perda óssea relativa ao avanço etário. A associação positiva entre cálcio dos produtos lácteos e saúde óssea foi bem estabelecida por décadas de estudos clínicos.

3 – Leite e derivados ajudam a manutenção do peso

Os guias alimentares recomendam o consumo de três xícaras de leite semi ou desnatado ou de produtos derivados a cada dia como parte de uma dieta saudável. Os guias também estabelecem que adultos e crianças não devem evitar leite e derivados por receio de esses produtos conduzirem a ganho de peso. Juntos, leite, queijos e iogurtes fornecem componentes únicos de nutrientes essenciais, os quais auxiliam a incrementar a qualidade da dieta, contribuindo mesmo com a perda e manutenção de peso.

4 – Leite e derivados ajudam a reduzir a pressão

Os laticínios estão entre os maiores contribuintes de cálcio, potássio e magnésio, e já demonstraram ajudar a reduzir a pressão sanguínea. Na verdade, um estudo governamental de grande escala, chamado de DASH (Dietary Approaches to Stop Hypertension), descobriu que dietas balanceadas, hipolipídicas, ricas em frutas, hortaliças e laticínios de baixo teor gorduroso podem ajudar a reduzir a pressão tão efetivamente quanto os medicamentos.

5 – Intolerância à lactose e alergia ao leite são condições muito mais raras e não devem levar à restrição do seu consumo

Infelizmente, alguns indivíduos experimentam sintomas adversos após a ingestão do leite. Intolerância à lactose e alergia à proteína do leite são causas comuns indicadas para a eliminação do leite e outros laticínios da dieta. No entanto existem múltiplas razões, além das duas acima citadas, para produzirem efeitos semelhantes aos provocados por essas patologias. A falha na compreensão das reações aos alimentos pode levar a restrições dietéticas desnecessárias, deficiências nutricionais e, embora raras, consequências mais sérias. Por este motivo, é importante que a confusão e as falácias sobre intolerância à lactose e alergia à proteína do leite sejam bem colocadas sob o ponto de vista científico. Na verdade, intolerância à lactose não significa intolerância aos laticínios. Pesquisas demonstraram que a maioria das pessoas intolerantes à lactose pode desfrutar de até duas xícaras de leite por dia, particularmente, se consumido em refeições. Outras dicas para redução dos sintomas incluem o consumo de queijos maturados, naturalmente pobres em lactose, e a ingestão de leite isento de lactose.

6 – Leite e derivados são as fontes de cálcio mais biodisponíveis

Nem tudo que se consome é absorvido ou utilizado pelo nosso organismo. O processo digestivo destrói e degrada nutrientes antes que o organismo possa utilizá-lo. A quantidade de nutrientes que é realmente absorvida no nosso sistema é chamada de biodisponibilidade. Alguns tipos de alimentos consumidos em conjugação com outros (ou seja, a harmonização nutricional dos ingredientes) torna-os mais biodisponíveis: por exemplo, o cálcio. Ele é encontrado em maiores ou menores concentrações, dependendo do alimento analisado, sendo, geralmente, mais abundante e biodisponível no leite bovino e derivados. Embora outros alimentos tenham teores razoáveis de cálcio, sua absorção pode ser bastante variável. Mesmo que alguns tipos de plantas sejam ricos em cálcio, como a família das couves (brócolis, acelga, repolho, mostarda e folhas de nabo), alguns componentes estão presentes inibindo a absorção do cálcio.

7 – Leite é um alimento seguro

Com o aumento do consumo e da produção do leite, surgiu a necessidade de aprimoramento de técnicas e de higienização na obtenção, transporte e conservação do leite, com o objetivo de garantir um produto limpo e saudável e com maior tempo de conservação. Por isso, atualmente, existem diversos processos realizados no leite para melhora da qualidade e aumento da vida na prateleira.

8 – Leite e derivados diminuem o risco de câncer de mama e de cólon

O ácido linoleico conjugado (CLA) presente no leite retarda o desenvolvimento de tumores mamários em animais. As mulheres pós-menopausa, com altos níveis de CLA no sangue e de tecidos adiposos, têm 70% de chances de minimizar o câncer de mama. Igualmente, o consumo incrementado de leite e derivados demonstrou diminuir o risco de câncer de cólon em ambos os sexos em 40%, benefício este de grande magnitude, visto a malignidade do câncer de cólon ser uma das maiores causas de óbitos.

9 – Leite e derivados: tratamento natural para síndrome pré-menstrual (TPM)

Os estudos mostram que mulheres com TPM parecem ter anormalidades no metabolismo do cálcio. Quando essas mulheres ingerem 1000 a 1300mg de alimentos ricos em cálcio, tais como leite, experimentam melhoras significativas no humor, comportamento, dores e inchaços durante o ciclo menstrual.

10 – Leite e derivados ajudam a manter a dentição por toda a vida

As crianças aprendem que o cálcio do leite ajuda a construir dentes mais fortes. Mas poucos sabem que as proteínas do leite e dos queijos combatem a formação da placa dentária e ajudam a revestir os dentes, diminuindo a quantidade de carboidrato fermentável na boca e o risco de cáries dentárias.

Autor: Licínia de Campos

Fonte: InterRural adaptado por Ciência do Leite

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